Reciclável

A isocret colabora com o desenvolvimento econômico sustentável.

A indústria da Construção Civil tem buscado produtos alternativos, com a intenção primordial que venha atender as condições na redução de perdas (sobras) de materiais nas obras, motivo este considerado um dos fatores que mais influi no aumento dos custos do metro quadrado, pois alem do desperdício colaboram para diminuírem a velocidade da execução da obra.

O Bloco Isocret-ICF são confeccionados em EPS Classe-F, popularmente conhecido por isopor, que é um produto de multiuso 100% reciclável, estando classificado como um dos mais fáceis de ser reaproveitado, reduzindo o consumo de energia na sua re-industrialização e de fácil manejo e remoção, salientando quando os blocos são entregues nas medidas e quantidades estimadas para cada projeto, restando o reaproveitamento das pequenas sobras que podem ser trituradas e misturadas como agregados de concretos leves.

A reciclagem do isopor no Brasil tem chamado a atenção pelo grande volume’ hoje comercializado do Poliestireno expandido (isopor): Material proveniente de embalagens de aparelhos eletrodomésticos, brinquedos, artigos de informática, máquinas e equipamentos comerciais e industriais, somando com o simples copinho de café, passando pelas embalagens alimentícias e recentemente no Brasil na construção civil.Os números relacionados com resíduos de EPS no Brasil são de 15 mil toneladas/ ano, 40 toneladas / dia, que equivalem à cerca de 70 caminhões/ dia.
Fonte: Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná

Construtoras pretendem reciclar entulhos. A partir de 2 de janeiro de 2004, todas as empresas da construção civil e prefeituras do país deverão adotar medidas que adeqüem o acondicionamento do lixo gerado nos canteiros de obras às novas determinações do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

o primeiro passo para se adequar a essas novas regras. Assinaram um acordo de cooperação que os colocará no ranking das cidades pioneiras no trabalho de reciclagem desse material.

Avalizado pelos presidentes da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-Ba), Antônio Carlos Costa Andrade, da Fundação Somesb de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico e Social do Estado da Bahia, Waldeck Ornelas, e da Limpub, Jalon Oliveira, o termo formará uma rede de aproveitamento de entulhos que diminuirá significativamente os custos de construção das empresas e as adequará às determinações do Conama. O processo se dará a partir da integração dos setores responsáveis e será dividido em três fases.

Na primeira etapa, as empresas farão um trabalho de planejamento da obra, usando tecnologias que permitam a diminuição dos entulhos no canteiro de obras. Na fase seguinte, vão analisar as possibilidades de reciclagem e quem poderá realizar o processo para, finalmente, encontrar uma estratégia conjunta com a Limpurb para dar fim ao que não puder ser reaproveitado e será despejado no meio ambiente. Um problema que, em Salvador, responde por 45% de todo o lixo gerado diariamente nas construções, reformas, reparos e demolições de obras.

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